Tudo é insignificante, facilmente mutável, tudo se apaga.
*Marco Aurélio, 121-180, imperador
Foram precisos três quinze dias para usar-te como espécie de diário da vida que para ser vivida, necessita de ser escrita...uns dias mais que outros. Para mim,por mim...
segunda-feira, março 15, 2010
Na parede
da casa de amigos apaixonei-me por esta pintora, Susana Bravo. Influenciada por Paula Rego que não consigo gostar, estes são sem sombra de duvida muito mais felizes!
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Arte
Nico
Agora é que vai ser o cabo dos trabalhos. O Nico morreu ( o hammster lá de casa), mas para a princesa está no hospital dos animais, com o médico especialista em ratos, ratinhos e ratões.
E até ele me telefonar a dizer que posso ir busca-lo porque está recuperadissimo, tenho que achar um igual.
Branco, anão e olhos pretos...já vi hoje ,um e quando ia reserva-lo, olhei melhor, e o pateta tinha uma mancha castanha na cabeça....
Tudo, porque hoje a princesa acordou a chorar, a dizer que tinha saudades do seu Nico!!!! Por isso , é um caso de emergência!
E até ele me telefonar a dizer que posso ir busca-lo porque está recuperadissimo, tenho que achar um igual.
Branco, anão e olhos pretos...já vi hoje ,um e quando ia reserva-lo, olhei melhor, e o pateta tinha uma mancha castanha na cabeça....
Tudo, porque hoje a princesa acordou a chorar, a dizer que tinha saudades do seu Nico!!!! Por isso , é um caso de emergência!
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Sorrisos soltos
domingo, março 14, 2010
Nunca pensei
que pelo o que aconteceu hoje aqui em casa, me fizesse apertar o coração de saudades pelo Bubas! Apercebi-me que ficar sem um animal, seja de que maneira for, doi. Doi muito.Porque a partir do momento em que sao nossos, apaixonamo-nos sem sequer dar por isso.
Espero que sejas muito feliz, estejas onde estiveres!
Espero que sejas muito feliz, estejas onde estiveres!
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Mais de mim
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Os meus olhos são uns olhos. E é com esses olhos uns
Que eu vejo no mundo escolhos
Onde outros com outros olhos,
Não vêem escolhos nenhuns.
Quem diz escolhos diz flores.
De tudo o mesmo se diz.
Onde uns vêem luto e dores
Uns outros descobrem cores
Do mais formoso matiz.
Nas ruas ou nas estradas
Onde passa tanta gente,
Uns vêem pedras pisadas,
Mas outros, gnomos e fadas
Num halo resplandecente.
Inútil seguir vizinhos,
Querer ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos.
Vê gigantes? São gigantes.
*António Gedeão
Que eu vejo no mundo escolhos
Onde outros com outros olhos,
Não vêem escolhos nenhuns.
Quem diz escolhos diz flores.
De tudo o mesmo se diz.
Onde uns vêem luto e dores
Uns outros descobrem cores
Do mais formoso matiz.
Nas ruas ou nas estradas
Onde passa tanta gente,
Uns vêem pedras pisadas,
Mas outros, gnomos e fadas
Num halo resplandecente.
Inútil seguir vizinhos,
Querer ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos.
Vê gigantes? São gigantes.
*António Gedeão
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